Pulso pelo novo!

"Há tensão e paixão que caracterizam aqueles que arriscam deslocar-se para lugares desconhecidos, desafiam verdades prontas, movem-se em busca de conhecimentos novos, viajam pelo conhecimento. Aquele que pretende apenas em certa medida alcançar a liberdade da razão, não tem durante muito tempo o direito de se sentir sobre a terra, senão como um viajante – e nem sequer como um viajante que se encaminhe para um ponto de chegada; pois este não existe. Terá em vista, isso sim, observar bem e manter os olhos abertos para tudo o que realmente se passa no mundo; [...] é necessário que nele haja sempre algo de viajante, cujo prazer reside na mudança e na passagem".
Friedrich Nietzsche

De que verdade falamos?

A porta da verdade estava aberta,Mas só deixava passar meia pessoa de cada vez. Assim não era possível atingir toda a verdade, porque a meia pessoa que entrava só trazia o perfil de meia verdade. E sua segunda metade voltava igualmente com meio perfil. E os meios perfis não coincidiam. Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.Chegaram ao lugar luminoso onde a verdade esplendia seus fogos. Era dividida em metades diferentes uma da outra. Chegou-se a discutir qual a metade mais bela. Nenhuma das duas era totalmente bela. E carecia optar. Cada um optou conforme seu capricho, sua ilusão, sua mio
Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Relatórios das oficinas

PROGRAMA DE GESTÃO DA APRENDIZAGEM - GESTAR II

ÁREA DE FORMAÇÃO:
LÍNGUA PORTUGUESA
FORMADOR-CURSISTA: Daniela Andrade Nobre

COORDENADOR DA ÁREA DE LP:
PROF. DR. DIONEY M. GOMES
FUNÇÃO: FORMADOR ( x ) COORDENADOR ( )

FORMADORA-UNB: Isabel ferreira
No DE CURSISTAS:12

RELATÓRIO DO MÊS DE julho/2009
MUNICÍPIO/ESTADO: Ilhéus / BA




DESCRIÇÃO SUCINTA DAS ATIVIDADES REALIZADAS NAS OFICINAS


OFICINA INTRODUTÓRIA

DATA: 27/07/2009

Objetivo da oficina: Apresentar o Programa Gestar II, através do Guia Geral.


Acontecimentos importantes: A acolhida do professor cursista deu-se de forma bastante descontraída, promovendo um momento de apresentação pessoal e profissional, com o objetivo de se construir um perfil inicial da turma, com dados como nome, formação, função e expectativa em relação ao curso.
Nesse encontro destacou-se a apresentação do programa com sua estrutura, pilares objetivos e principais ações, com estudo do guia geral, entregue junto ao kit com Cadernos de Teoria e Prática e AAA correspondente.
Tratou-se, também, de questões relativas à carga horária e cronograma de encontros presenciais.

Ponto positivo: Esse estudo salientou a importância do cumprimento dos deveres do professor cursista, principalmente sobre a necessidade dos estudos individuais e dos pré-requisitos para sua certificação.
Foi bem destacado, pelos cursistas, o valor do plantão e do acompanhamento pedagógicos nesse processo de formação continuada.

Ponto a ser revisto: Devem ser retomadas, em outras oficinas, questões relativas ao conteúdo dos realatórios dos “Avançando na Prática”, pois o tempo previsto não foi suficiente.






PROGRAMA DE GESTÃO DA APRENDIZAGEM - GESTAR II

ÁREA DE FORMAÇÃO:
LÍNGUA PORTUGUESA
FORMADOR-CURSISTA: Daniela Andrade Nobre

COORDENADOR DA ÁREA DE LP:
PROF. DR. DIONEY M. GOMES
FUNÇÃO: FORMADOR ( x ) COORDENADOR ( )

FORMADORA-UNB: Isabel ferreira
No DE CURSISTAS:12

RELATÓRIO DO MÊS DE agosto/2009
MUNICÍPIO/ESTADO: Ilhéus / BA




DESCRIÇÃO SUCINTA DAS ATIVIDADES REALIZADAS NAS OFICINAS


OFICINA DE PROJETOS

DATA: 21 /08/2009

Objetivo da oficina: Discutir as etapas e elaboração de um projeto.


Acontecimentos importantes: Através de uma dinâmica de grupo, “Malas Prontas”, os cursistas foram sensibilizados com questões relativas a sonhos, desejos, empenho, persistência necessidades e superação de dificuldades.
Foram sistematizados conteúdos sobre a Pedagogia de projetos, a partir de teóricos como Nilbo Nogueira, Miguel Arroyo, Ingedore koch, Celso Antunes, entre outros. A partir daí, foram dadas orientações para elaboração de projeto e suas etapas, partindo do eixo problemática – temática – ações possíveis, com participação efetiva dos cursistas, que relataram experiências nesse sentido.

Ponto positivo: Enfatizou-se e discutiu-se a necessidade da interação do aluno no processo da construção do conhecimento a fim de viabilizar a aprendizagem significativa.

Ponto a ser revisto: Devido a falta de vivência em projetos, revelada por um bom número de cursistas, faz-se necessário reforçar conteúdos e mais orientações sobre essa elaboração nos plantões pedagógicos.


PROGRAMA DE GESTÃO DA APRENDIZAGEM - GESTAR II

ÁREA DE FORMAÇÃO:
LÍNGUA PORTUGUESA
FORMADOR-CURSISTA: Daniela Andrade Nobre

COORDENADOR DA ÁREA DE LP:
PROF. DR. DIONEY M. GOMES
FUNÇÃO: FORMADOR ( x ) COORDENADOR ( )

FORMADORA-UNB: Isabel ferreira
No DE CURSISTAS:12

RELATÓRIO DO MÊS DE setembro/2009
MUNICÍPIO/ESTADO: Ilhéus / BA




DESCRIÇÃO SUCINTA DAS ATIVIDADES REALIZADAS NAS OFICINAS


OFICINA DO TP 3: GÊNEROS TEXTUAIS

DATA: 03 /09/2009

Objetivo da oficina: Caracterizar os gêneros textuais.

Acontecimentos importantes: O encontro foi iniciado com reflexões sobre o conceito de texto, sobre o modo como ele é trabalhado em sala e como contempla os objetivos do estudo da Língua Portuguesa, segundo o PCN.
Partindo para o estudo dos gêneros textuais, esclareceram-se dúvidas sobre suporte, portador, serviço e canal, caracterizando também, textos multimodais, hibridização e transmutação de gêneros, diferenças entre gêneros e tipos textuais e a importância desse trabalho nas aulas de Língua Portuguesa.
Em grupos, os cursistas planejaram e apresentaram uma proposta de atividade de leitura, interpretação e produção textual para séries do Ensino Fundamental II, a partir de textos indicados no TP 3, focalizando a estrutura formal, conteúdo informacional e funcional, além da adequação às séries propostas.


Ponto positivo: Foi muito produtiva a discussão sobre gêneros e tipos textuais e o envolvimento dos cursistas, com a diversidade de gêneros textuais expostos e comentados na sala também foi bastante enriquecedor. Destacaram que todos eram textos de fácil acesso tanto patra eles, como para os alunos e que isso favorecia um bom trabalho co textos na sala de aula.


Ponto a ser revisto: Seria preciso mais tempo para mediação da elaboração da proposta da atividade de leitura, em grupos, a fim de orientar melhor os cursistas em relação às habilidades contempladas em cada uma, assim como a relação com as atividades do AAA 3. Pode-se retomar esse ponto nos plantões pedagógicos.


ÁREA DE FORMAÇÃO:
LÍNGUA PORTUGUESA
FORMADOR-CURSISTA: Daniela Andrade Nobre

COORDENADOR DA ÁREA DE LP:
PROF. DR. DIONEY M. GOMES
FUNÇÃO: FORMADOR ( x ) COORDENADOR ( )

FORMADORA-UNB: Isabel ferreira
No DE CURSISTAS:12

RELATÓRIO DO MÊS DE setembro/2009
MUNICÍPIO/ESTADO: Ilhéus / BA


DESCRIÇÃO SUCINTA DAS ATIVIDADES REALIZADAS NAS OFICINAS


OFICINA DE AVALIAÇÃO

DATA: /09/2009

Objetivo da oficina: Discutir sobre as formas de avaliar, suas implicações e resultados no processo aprendizagem. Analisar e conhecer o sistema de avaliação do SAEB – Prova Brasil e ENEM.

Acontecimentos importantes: Efetuou-se discussão sobre concepções de currículo e sua articulação com a avaliação. Os cursistas interagiram sobre tipos de avaliação e estratégias adotadas em sua prática pedagógica.
Abordou-se, também, a proposta da avaliação externa, como o ENEM e a Prova Brasil, sistematizando-se sobre seus objetivos e métodos.

Ponto positivo: Em grupos, os cursistas analisaram itens da Prova Brasil a partir da Matriz de Referência de Língua Portuguesa, identificando os descritores contemplados por cada um.
Houve significativo interesse dos cursistas por esse trabalho, sendo salientado por eles a relação dessa abordagem com as competências e habilidades definidas no PCN e, portanto, a necessidade de se inserir essa prática em seus planejamentos.

Ponto a ser revisto: Como a grande maioria dos professores não conheciam sequer a matriz de referência da Prova Brasil, cabe reforçar um trabalho com os descritores ao longo do curso, em cada oficina realizada, através de atividades propostas nos AAAs.





PROGRAMA DE GESTÃO DA APRENDIZAGEM - GESTAR II

ÁREA DE FORMAÇÃO:
LÍNGUA PORTUGUESA
FORMADORA-CURSISTA: Daniela Andrade Nobre

COORDENADOR DA ÁREA DE LP:
PROF. DR. DIONEY M. GOMES
FUNÇÃO: FORMADOR ( x ) COORDENADOR ( )

FORMADORA-UNB: Isabel Ferreira
No DE CURSISTAS:12

RELATÓRIO DO MÊS novembro/2009
MUNICÍPIO/ESTADO: Ilhéus / BA


DESCRIÇÃO SUCINTA DAS ATIVIDADES REALIZADAS NAS OFICINAS

OFICINA TP 06
DATA: 10/11/2009

Objetivo da oficina: Refletir sobre os tipos de argumentação e identificar estratégias relacionadas ao planejamento de escrita de textos. .

Acontecimentos importantes: O encontro foi iniciado com relato de experiências sobre as atividades aplicadas. Em seguida o acolhimento: Vídeo “Espermatozóides” fizemos uma relação com o tema da oficina. Para vivenciar a argumentação foi realizada uma dinâmica “Quem você salvaria?” Em seguida partimos para o estudo sobre tipos de argumentos e fazendo relação com a dinâmica. E assim refletir sobre: Para quem escrevo? (interlocutores); Por que escrevo? (objetivo); O que escrevo? (assunto); Como escrevo? (modo de dizer – linguagem); Que gênero escolho? Em grupo os cursistas produziram textos a partir de uma situação apresentada (Cada grupo receberá duas imagens de uma casa, para a partir delas construir um texto seguindo o comando. Corretor de imóveis , Noivo, Dona de casa, Arquiteto, Ladrão.

Ponto positivo: As discussões sobre os tipos de argumentos e a produção do texto produzido no início da oficina e as refleções sobre o processo de construção:Como as idéias foram organizadas para chegar à produção da propaganda? No que nos baseamos para expor nossas idéias? Quais estratégias utilizamos para criar o texto? Destacaram a necessidade desse trabalho como para os alunos

Ponto a ser revisto: Seria preciso mais tempo para mediação da elaboração da proposta da atividade de leitura, em grupos, a fim de orientar melhor os cursistas em relação às habilidades contempladas em cada uma, assim como a relação com as atividades do AAA 6. Pode-se retomar esse ponto nos plantões pedagógicos.





PROGRAMA DE GESTÃO DA APRENDIZAGEM - GESTAR II

ÁREA DE FORMAÇÃO:
LÍNGUA PORTUGUESA
FORMADORA-CURSISTA: Daniela Andrade Nobre

COORDENADOR DA ÁREA DE LP:
PROF. DR. DIONEY M. GOMES
FUNÇÃO: FORMADOR ( x ) COORDENADOR ( )

FORMADORA-UNB: Isabel Ferreira
No DE CURSISTAS: 12

RELATÓRIO DO MÊS DE Novembro /2009
MUNICÍPIO/ESTADO: Ilhéus / BA


DESCRIÇÃO SUCINTA DAS ATIVIDADES REALIZADAS NAS OFICINAS

OFICINA DO TP 1

DATA: 17 /11/2009

Objetivo da oficina: : Discutir as variantes lingüísticas: dialetos, registros e equívocos

Acontecimentos importantes:
O encontro foi iniciado com reflexões sobre as diversas situações de uso da linguagem a que estamos submetidos durante todo o tempo e sobre como a escola se comporta diante da proposta de da variação linguística. O conhecimento prévio dos cursista foi mobilizado a partir dos seguintes textos:
“_ Og v6s naum tm 9da10?” e “Gosdemaisdocês” Analisando o entendimento, o contexto e a situação de uso da língua.
Foi dramatizado pelos cursistas situações sócio-comunicativas para se fazer relações e considerações dentro da perspectiva da situação recebida e do papel social de personagens,retratando a fala diante do fato apresentado observando as características, finalidade, possíveis interlocutores, possível intenção do locutor, linguagem, entre outros das situações de uso da língua.
O estudo sobre Variação linguística contemplou : Níveis e tipos; Variação Dialetal ; Variação Regional; Variação de caráter Social e profissional e variação etária; Variação de registro e grau de formalismo; Modalidades de uso e sintonia.
. Em grupos, os cursistas planejaram e apresentaram uma proposta de atividades de Variação Lingüística para séries do Ensino Fundamental II, a partir de textos indicados no TP 01 e AAA.
Ponto positivo: Foi muito produtiva e divertida o trabalho com a Variação Linguística.

. Ponto a ser revisto: As orientações e sugestões que surgiram na oficina não serão aplicadas em sala de aula esse ano, por falta de tempo no calendário escolar.


PROGRAMA DE GESTÃO DA APRENDIZAGEM - GESTAR II

ÁREA DE FORMAÇÃO:
LÍNGUA PORTUGUESA
FORMADOR-CURSISTA: Daniela Andrade Nobre

COORDENADOR DA ÁREA DE LP:
PROF. DR. DIONEY M. GOMES
FUNÇÃO: FORMADOR ( x ) COORDENADOR ( )

FORMADORA-UNB: Isabel Ferreira
No DE CURSISTAS: 12

RELATÓRIO DO MÊS DE Novembro/2009
MUNICÍPIO/ESTADO: Ilhéus / BA


DESCRIÇÃO SUCINTA DAS ATIVIDADES REALIZADAS NAS OFICINAS


OFICINA DO TP 2
DATA: 24 /11/2009

Objetivo da oficina: Compreender a noção de Estilo e como se constrói a Coerência nos textos

Acontecimentos importantes:
O encontro foi iniciado com reflexões sobre que palavras são mais importantes em um texto,quais podem ser retiradas do texto, sem prejudicar seu sentido. A diversidade de estilos e as relações com coerência textual e como se constrói a coerência textual, considerando os conhecimentos prévios, pistas textuais, gênero, entre outros, foram pontos de destaque com relação ao estudo proposto para a oficina, Observou-se que a coerência não está apenas no texto, depende também dos interlocutores entre outros fatores.
Com a leitura do Texto de Referência do TP, foi feita considerações sobre os morfemas e os lexemas. Posteriormente a aplicação desse conhecimento.
. Em grupos, os cursistas planejaram e apresentaram uma proposta de atividade de leitura, interpretação e produção textual para séries do Ensino Fundamental II, a partir de textos indicados no TP 5, focalizando a estrutura formal, conteúdo informacional e funcional, além da adequação às séries propostas.

Ponto positivo: Foi muito animada, criativa e produtiva essa oficina. A participação e interesse cresce a cada momento. As atividades desenvolvidas e socializadas pelos grupos estavam coerentes com a proposta indicada.
Ponto a ser revisto: Apenas uma atividade pode ser vista no AAA, aula 2 página 50 unidade 18, o tempo é pouco para fazer considerações sobre as atividades deste caderno, concentrando, assim o estudo mais no TP durante a oficina.





PROGRAMA DE GESTÃO DA APRENDIZAGEM - GESTAR II

ÁREA DE FORMAÇÃO:
LÍNGUA PORTUGUESA
FORMADOR-CURSISTA: Daniela Andrade Nobre

COORDENADOR DA ÁREA DE LP:
PROF. DR. DIONEY M. GOMES
FUNÇÃO: FORMADOR ( x ) COORDENADOR ( )

FORMADORA-UNB: Isabel Ferreira
No DE CURSISTAS: 12

RELATÓRIO DO MÊS NOVEMBRO/2009
MUNICÍPIO/ESTADO: Ilhéus / BA



DESCRIÇÃO SUCINTA DAS ATIVIDADES REALIZADAS NAS OFICINAS


OFICINA DE PORTFÓLIO
DATA: 06/10/2009

Objetivo da oficina: Possibilitar aos cursistas uma reflexão sobre Portfólio como um procedimento de avaliação, bem como subsidiá-los no processo de construção desse instrumento.
Analisar os Ante-Projetos, de acordo com os critérios de Avaliação.

Acontecimentos importantes: O acolhimento aconteceu com a mensagem: “Se andarmos apenas por caminhos já traçados, chegaremos apenas aonde os outros chegaram.” Alexander Graham Bell
Após a dinâmica da Flor, ouvir a música “TOCANDO EM FRENTE” Questionando sobre: Que idéias/sentimentos a música sugere, a que versos podemos relacionar as palavras: DESCOBERTA, CONSTRUÇÃO, CRITICIDADE, REFLEXÃO, DESAFIO, EXPERIÊNCIA, APRENDIZAGEM, DINAMISMO. Fazendo o levantamento dos conhecimentos prévios através da Tempestade de Idéias: O que é um portfólio? (Fazendo o registro dessas idéias para explorá-las durante a sistematização). Em seguida fundamentar a construção de um Portfólio através da leitura e discussão do texto “O que é um Portfólio”
Após a apresentação dos elementos que compõem um portfólio do GESTAR comentando cada um deles os grupos produziram um esboço de um portfólio.
Ponto positivo: Enfatizou-se e discutiu-se a importância de uma avaliação a partir de um portfólio, a motivação dos grupos foi excelente. Todos os elementos do Portfólio poderam ser analisados e elaborados em forma de simulação: CAPA, CONTRA CAPA, SUMÁRIO; INTRODUÇÃO; DESENVOLVIMENTO – Parte 1; DESENVOLVIMENTO – Parte 2; CONCLUSÃO, ANEXOS E BIBLIOGRAFIA
Ponto a ser revisto: Devido a falta de vivência em portfólio, revelada por um bom número de cursistas e a distância entre a oficina aplicada e a elaboração do Portfólio, faz-se necessário reforçar conteúdos e mais orientações sobre essa elaboração nos plantões pedagógicos.

Meu memorial de leitura


Construindo conhecimentos...

Meus primeiros passos como profissional de educação deram-se ainda no Ensino Médio, no curso do Magistério. Lá estive como regente de classe pela primeira vez, ainda na condição de estagiária, com uma turma de alunos, planos de aulas, algumas expectativas e muitos receios.
Desde então, minha trajetória profissional tem estado vinculada durante os últimos 25 anos à área de educação, mais especificamente ao estudo da nossa língua. Concluí minha graduação em Letras, com habilitação em Língua Inglesa e Literaturas Brasileira e Portuguesa e, como reflexo da formação recebida até então, minha atuação como professora de Língua Portuguesa configurava-se extremamente tradicional. Nesse período, ao conhecer as idéias de Paulo Freire surgiram meus primeiros questionamentos sobre minha práxis pedagógica e os objetivos da educação.
No eixo da proposta de ação-reflexão-ação, o conceito de conhecimento deixou de ser algo possuído, de forma pontual e fragmentada, para ser construído, de forma processual e contextualizada. Surgiram, então, novas palavras chaves no meu caminhar como investigar, ressignificar, inovar e dinamizar.
Efetivou-se em mim a concepção de que, como educadora, torna-se premente a necessidade de constantes perguntas sobre nosso trabalho, nosso papel e nossa responsabilidade de abrir o campo social e do político para produtividade e a polissemia, para a multiplicidade de mundividências.
Era preciso conhecer mais, experienciar outros saberes e assim o fiz. Minha primeira especialização no Curso de Metodologia de Ensino da Língua Portuguesa constituiu-se a partir de questionamentos sobre concepções de língua e o ensino da gramática, conduzindo-me a pesquisar sobre o tema “A tipologia gramatical e a elaboração de modelos cognitivos no desenvolvimento, produção e compreensão da linguagem”.
Trilhando esse caminho, passei a atuar no ensino noturno, na Educação de Jovens e Adultos. Novos desafios, experiências novas que pediram estratégias diferenciadas. Mas um marco na minha construção de conceitos de língua e de seus objetivos.
Segundo os PCN’s de Língua Portuguesa, um dos objetivos do ensino da Língua Portuguesa é expandir o uso da linguagem em instâncias privadas e utilizá-la com eficácia em instâncias públicas, sabendo assumir a palavra e produzir textos — tanto orais como escritos — coerentes, coesos, adequados a seus destinatários, aos objetivos a que se propõem e aos assuntos tratados.
.Como, pois, constituir minha prática de forma que viabilizasse o processo do “assumir a palavra”? Essa é uma idéia que implica no posicionamento do sujeito que se auto-interroga e se compreende como sujeito de sua própria história. Evidencia-se, então, a necessidade de o ensino da língua capacitá-lo a se tornar um formulador de novos caminhos, reinventando novos modos de transformação social onde atua, onde vive.
Iniciei, dessa forma, novo processo de pesquisa. Dessa vez com o tema “Ensino de Língua Portuguesa na EJA: critérios de seleção de textos em sua articulação com o letramento”. Nesse período, atuava como formadora do programa GESTAR II- Gestão em Aprendizagem Escolar, onde aprofundei estudos sobre gêneros textuais e letramento, o que muito motivou essa pesquisa.
Minhas turmas de EJA eram laboratórios das descobertas e ressignificações efetivadas no GESTAR II. Lá experienciei concepções teórico-metodológicas, enquanto formadora do programa, oportunizando-me a articulação de um processo de formação-ação-investigação-ação.
Acreditando que “cada um de nós constrói a sua história e cada um carrega em si o dom de ser capaz e ser feliz”, eu, a professora formadora ou a formadora professora, sem esquivar-me da experimentação e apropriação de novos saberes e de novos sabores, continuo buscando possibilidades, tanto para minha vida acadêmica, como para todos que a permeiam.
Assim, concluo o presente memorial, utilizando a letra de uma música de Ivan Lins que traduz bem todo esse percurso que ainda se constrói em mim.

Daquilo que eu sei
Nem tudo me deu clareza
Nem tudo foi permitido
Nem tudo me deu certeza
Daquilo que eu sei
Nem tudo foi proibido
Nem tudo me foi possível
Nem tudo me foi concedido
Não fechei os olhos
Não tapei os ouvidos
Cheirei, toquei, provei.
Ah! Eu usei todos os sentidosS
ó não lavei as mãos
E é por isso que eu me sinto
Cada vez mais limpoLimpo...(Ivan Lins)

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Uso pedagógico dos fóruns

Fique por dentro da netiqueta!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

LEITURA E CIDADANIA

LEITURA INSTRUMENTO DE CIDADANIA

Ursula Blattmann

Universidade Federal de Santa CatarinaDepartamento de Ciência da InformaçãoProfessora no Curso de Biblioteconomia e no Mestrado de Ciência da InformaçãoDiretora de Formação Política e Profissional da FEBAB (2002-2005) Florianópolis/SC - Brasile-mail: ursula@ced.ufsc.br
Noeli Viapiana
Universidade Federal de Santa Catarina Estudante do Curso de Biblioteconomia da UFSCFlorianópolis/SC – Brasile-mail: noeli_viapiana@yahoo.com.br


Resumo:


Este artigo discute sobre como estimular a proposição de projetos de leitura nos ambientes educacionais e sociais como asilos, creches, favelas, centros comunitários, locais de acesso e freqüência de grande público entre outros. Reflexões sobre programas e projetos de leituras nos diversos ambientes e questionamentos sobre a responsabilidade social do ser humano na Sociedade do Conhecimento. Tece considerações sobre a importância da leitura no desenvolvimento e exercício da cidadania. A leitura como direito à informação. A leitura como instrumento para melhoria da condição social e humana. Os processos de alfabetização e letramento na sociedade brasileira. A leitura é a mola propulsora na libertação do pensamento e desencadeia ações para o exercício da cidadania e desenvolvimento do ser humano. Palavras-chave: leitura; cidadania; projetos sociais – leitura.Eixo: Categorias 5. Políticas e Projetos de Incentivo à Leitura


1 IMPORTÂNCIA DA LEITURA NO DESENVOLVIMENTO DO SER HUMANO


O mundo globalizado, dominado pelo uso intensivo das novas tecnologias da informação e da comunicação e pelas mudanças na economia (trans-nacional), exige a atualização contínua na busca de soluções locais para as necessidades da população. Neste tempo, espaço e cultura definidos, as pessoas precisam saber: onde localizar informações e principalmente como saber usar as diversas fontes de informações. Cabe ao bibliotecário exercer esta atividade, pois é qualificado para administrar a informação, disponibilizando-a de acordo com a demanda, e através de projetos que motivem a leitura poderá estar incentivando as pessoas a buscarem com mais afinco a satisfação destas necessidades informacionais.O objetivo deste artigo focaliza aspectos de como estimular a proposição de projetos de leitura nos ambientes educacionais e sociais como: escolas, asilos, creches, favelas, centros comunitários e de bairros, entre outros. Pois a democratização do conhecimento é essencial para o desenvolvimento educacional, econômico, político e social da nação, assim sendo é fundamental promover a integração do cidadão através de canais que facilitem sua participação e produção do conhecimento. Ao concordarmos que, quem lê, amplia seus horizontes e conseqüentemente está mais aberto para todas as artes e ciências, pode-se dizer que a pessoa é cidadã do mundo e precisa capacitar-se para obter autonomia cultural e intelectual. E a leitura é uma janela no tempo e no espaço, pois amplia horizontes e possibilita o fortalecimento de idéias e ações. É necessário apontar projetos e programas de leitura que o bibliotecário também necessita participar.


2 AMBIENTE DE LEITURA


Espaços públicos de leitura podem ser desde bibliotecas públicas e escolares, ou espaços mais reservados em entidades sociais como asilos, creches, favelas, centros comunitários e de bairros, locais de acesso e freqüência de grande público como em rodoviárias, terminais urbanos, entre outros. Estes ambientes precisam oferecer informação segura, objetiva e clara. A pessoa para poder interagir na comunidade em que reside ou trabalha necessita de informação. A informação pode auxiliar direta ou indiretamente o ser humano seja para o desenvolvimento da sua identidade, cidadania, e desempenho profissional. A leitura torna-se mola propulsora de seu auto-desenvolvimento.Nos ambientes de acesso e uso da informação é necessário promover e fortalecer o processo da leitura, reflexão e debate. As ações leitoras precisam acontecer em espaços educacionais, desde o ambiente familiar aos ambientes de ensino fundamental e também no ensino profissionalizante, indiferente se para crianças, jovens, adultos e idosos. Porém as ações de leitura necessitam de planejamento, organização e execução. Não basta ler, precisa haver análise do que se lê, discutir e interpretar para dar sentido e conseqüentemente fazer uso da leitura. Isto significa reforçar a competência individual e coletiva no entender, utilizar, refletir e discutir utilizando os processos de escrita e de leitura para interagir na sociedade.E o interagir na sociedade, fomenta uma busca de compreensão e reflexão do sujeito desde as demandas de simples atividades até as mais complexas. Atuar no mundo em prol de si e dos outros, na busca de uma sociedade melhor. Exemplificando, se é um profissional bibliotecário, garantir-se neste campo de atuação, buscar constantemente a informação para si primeiramente e assim através do conhecimento “promover” os “projetos”. A promoção no caso da leitura colabora em formar leitores.Ampliar o acesso para as pessoas, seja da periferia, por exemplo, aos recursos culturais dentro e fora de sua comunidade, repercute em direcionar ações como dinamizar sessões semanais de leitura com acompanhamento de alguma autoridade sobre o assunto a ser estudado (professores, padres, pastores, policiais e políticos entre outros), fortalecendo a participação de todos os membros da família para desenvolver a comunicação e o diálogo entre os participantes e de acordo com as necessidades da base das comunidades.Ana Maria de Oliveira, professora do ensino fundamental, médio e educação de jovens e adultos, mestre em literatura comparada da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), menciona no artigo com o título “populares e os clássicos” :
Em sociedades como a nossa, cujos traços característicos são a exclusão e o autoritarismo, as oportunidades culturais não chegam de igual forma a todas as camadas sociais. E de maneira mais difícil a literatura, por se tratar de arte escrita e que conta com o poder de uma boa imaginação, sem ter a seu favor o recurso da imagem, da cor e outros.
Pode-se comentar, que precisa existir mecanismos para garantir a busca, o acesso e uso da informação. Além disso, a literatura vista como arte escrita, conta com o poder da imaginação estimulando o raciocínio e a interpretação. É preciso saber conciliar a estética e as técnicas de leitura. O ser humano vive e convive em sociedade, portanto tudo acontece em contexto social, econômico, cultural, educacional e político. Desde a colonização se observa um cruel processo de segregação das camadas sociais desfavorecidas de cultura escrita, o qual permitiu (e ainda permite) a alguns, não só o acesso, mas a detenção dos produtos culturais eruditos, e legou a outros, de maneira tirânica, apenas uma parte da cultura, a qual chamou pejorativamente de popular.A falta de intimidade com a palavra escrita, com livros, revistas e jornais entre os alfabetizados não é um problema recente. Já em 1936 Mário de Andrade, então criador do primeiro Departamento de Cultura de São Paulo, dizia: “A disseminação no povo do hábito de ler criará fatalmente uma população urbana mais esclarecida, mais capaz de vontade própria, menos indiferente à vida nacional.”E lamentavelmente o tempo passa, no caso mais de meio século, e ainda o povo não tem o acesso para fazer uso da informação. Os poucos locais públicos de acesso à informação estão muitas vezes com acervos desatualizados e com bibliotecários que pouco conseguem fazer para tornarem suas bibliotecas espaços dignos para a conquista da cidadania.


2.1 Projetos de leituras


Questões básicas precisam ser apontadas, pois, necessitam de reflexão e também de diretrizes a serem estabelecidas por nossos representantes seja em assembléias (congresso, senado, câmara) e também em eventos, como o Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação, nos quais bibliotecários de diferentes regiões têm a possibilidade de estarem reunidos para discutirem viabilidades práticas. É preciso lembrar que faltam políticas claras e objetivas para inclusão social, seja pela leitura, pela escrita e pelos caminhos da informática. Não basta saber ler e escrever é preciso utilizar estes conhecimentos para interagir positivamente na sociedade. Assim surgem questões entre as quais compartilhamos com nossos colegas bibliotecários: quais são os projetos e programas de leitura no Brasil em que o bibliotecário pode e deveria participar?A maior parte dos programas e projetos de leitura estão vinculados a instituições públicas de ensino. As organizações privadas começam a desenvolver projetos com foco da responsabilidade social. Em ambos os casos aonde o bibliotecário deveria estar atuando como um agente promovedor de mudanças sociais, culturais e educacionais e interferindo positivamente no desenvolvimento da nação.Como desenvolver a responsabilidade social do ser humano na sociedade do conhecimento? Uma questão pautada no mundo globalizado que exige profissionais cada vez mais qualificados, com habilidades para tomar decisões e também se relacionar desde com os próprios colegas e principalmente com seu leitor. Os profissionais bibliotecários e suas ações em unidades de informação são levados cada vez mais, a participar ativamente do fluxo de informações. Esta participação se efetua através da prestação de serviços aos usuários virtuais que podem estar localizados em qualquer lugar do planeta, ou o usuário que prefere interagir pela tela do computador na própria biblioteca. Cada unidade precisa direcionar produtos e serviços acessíveis (acessibilidade) e fáceis de utilizar (usabilidade) para que a informação possa circular livremente no ciberespaço. O acesso crescente e massivo de usuários remotos, exige do bibliotecário dessas unidades de informação focalizar ações para desenvolver possibilidades para a integração do ser humano na sociedade. Isso significa, pensar global e agir local, é o conviver na aldeia global imaginada por McLuhan.Será necessário considerar as mudanças que assolam as relações humanas no cotidiano, observando que estão mais fragmentadas e muitas vezes sem vínculos afetivos e culturais. Além disso, o fluxo da informação passa a ganhar mais velocidade na transmissão e recepção, isto significa saber utilizar ferramentas para acessar outros tipos de fontes de informação e principalmente como interagir (como funciona o e-mail, formulários on-line, até mesmo cadastros para conseguir seu emprego). Perguntas são somadas ao mar de dúvidas: será que o ser humano se tornará mais isolado? Como poderá interagir mantendo a singularidade na Sociedade da Informação que preconiza ser uma sociedade de / e em redes de relações? Se relações são fragmentadas e efêmeras quais os significados dos relacionamentos, serão meramente econômicos ou de interesses momentâneos ? E como interfere a velocidade do fluxo da informação nas redes de relações e no tempo e espaço? E o que acontecerá com as pessoas quando não têm mais tempo para amadurecer os contatos e em sedimentar novos valores? Certamente é preciso acalmar o impulso pelo novo e tecer algumas discussões. Que estas sejam respaldadas em leituras de palavras, símbolos , imagens e contextos. Na Sociedade da Informação será vital saber pensar, saber cuidar, saber apreender e saber – fazer, para o saber conviver com o próximo! Voltando ao ambiente nos quais são ensinados os processos de leitura e escrita. O que acontece nestas esferas nas quais faltam políticas públicas, conforme expõem Lindoso (2004) de acesso e uso da informação no Brasil que pouco favorecem espaços para aprimorar estas habilidades e competências conhecidas como letramentos, como menciona Soares (2003, 2004)?Quais os direcionamentos a serem alcançados a longo prazo nas políticas públicas de acesso e uso da informação? Quais e como essas políticas serão implantadas e continuadas? Será que continuarão a serem pulverizadas e efêmeras (no máximo a duração de um mandado político) ou circulará somente entre gabinetes de representantes políticos ou de gestores que não têm comprometimento com a qualidade de ensino e pesquisa no pensar e fazer estratégico (longo prazo) no Brasil?E certamente as questões financeiras também são somadas seja no ambiente cultural ou até mesmo de sobrevivência. Não se pode esquecer que os salários recebidos pela maioria da população não permitem adquirir livros ou outros materiais para complementar o nível básico de leitura (para exercer a cidadania e também sobreviver dignamente). Assim, o que adianta a leitura e escrita ser vista meramente como um dado estatístico de alfabetização e fazer pouco uso no cotidiano e muito menos no exercício da cidadania de cada um? A princípio pode-se dizer que faltam espaços públicos de leitura no Brasil para muitos brasileiros! Soluções seriam bem-vindas se todos os municípios brasileiros contassem com uma melhor infra-estrutura no acesso e uso da informação, seria o primeiro passo. Seqüencialmente seria a atualização dos acervos e contar com profissionais capacitados e competentes para atender com qualidade e eficácia. Certamente outros valores estariam presentes na sociedade brasileira. Há necessidade da presença do bibliotecário nestes campos de atuação, profissional que demande a eficiência e eficácia na sua atuação, e não simplesmente um guardador de livros. Está na hora do profissional bibliotecário, abraçar sua profissão como uma ferramenta promotora e propulsora da era da informação, modificando positivamente o cenário de atuação profissional ao desenvolver ações leitoras e promover o acesso e uso de fontes de informação para a coletividade. Ao gerenciar ambientes como bibliotecas públicas e bibliotecas nas escolas com material atualizado, sejam jornais e revistas, fontes visuais (televisão a cabo) e também pontos de acesso à internet o bibliotecário.Cabe lembrar que é necessário beneficiar com as políticas públicas de acesso e uso da informação a população, essa sendo subsidiada pelo Estado. No momento existem carências, devido principalmente pela má distribuição de renda no Brasil e de problemas de gestão nos diversos segmentos sejam municipais, estaduais e federais. É fundamental proporcionar ações concretas para minimizar as cruéis situações descritas por Lindoso (2004) em seu excelente livro “O Brasil pode ser um país de leitores? Política para a cultura / política para o livro.” O que precisa é evitar políticas distintas para interesses comuns, como espaços públicos fortalecidos e adequados para acesso e uso da informação. A promoção da leitura á população poderá se efetivar num movimento dos bibliotecários do Brasil. Assim a presença do profissional, tem dimensões efetivas, responsabilidade social e valorização do próprio profissional perante a sociedade.No sentido de mapear ações leitoras realizadas no Brasil nas quais o bibliotecário possa participar, realizou-se listagens as quais estão disponibilizadas na Internet “Biblioteca Virtual em Biblioteconomia e Ciência da Informação” (http://www.ced.ufsc.br/bibliote/virtual ) para motivar o engajamento e também divulgar iniciativas desta natureza. No Anexo A Programas de Leitura e Anexo B Projetos de Leituras e Bibliotecas observam-se diversas possibilidades para ações nas quais seria desejável a participação efetiva de bibliotecários.


3 CONCLUSÕES


A leitura é a mola propulsora na libertação do pensamento e possibilita desencadear reflexões e desenvolver ações para melhoria da cidadania e desenvolvimento do ser humano.Concordamos e enfatizamos as sábias palavras de Ana Maria de Oliveira: “Sensibilidade não escolhe proveniência social. Negar às camadas populares o direito à inclusão através da leitura é negar às pessoas a condição de seres de vontade, instigadas pelos fenômenos da vida, é privá-las do acesso à apropriação da palavra como construção da identidade.”Cabe ao bibliotecário, ser estimulador de leituras, não pode ficar omisso ao que acontece com a população menos privilegiada. Precisa ser criativo e ousado para desencadear mudanças eficazes na sociedade. O bibliotecário deve ocupar o seu lugar efetivamente como um profissional que promove a cultura e educação no país.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


LINDOSO, Felipe. O Brasil pode ser um país de leitores? Política para a cultura / política para o livro. São Paulo : Summus, 2004. ISBN 8532308600NEVES, Iara Conceição Bitencourt et al (org). Ler e escrever. 5. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2001.OLIVEIRA, Ana Maria de. A leitura como inclusão social: as camadas populares e os clássicos. Revista espaço acadêmico, v.3, n. 26, jul. 2003. ISSN 1519-6186 Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/026/26coliveira.htm SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2003. 128pSOARES, Magda. Novas práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura. Educ. Soc., v.23, n.81, p.143-160, dez. 2002. ISSN 0101-7330

NEVES, Iara Conceição Bitencourt et al (org). Ler e escrever. 5. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2001.OLIVEIRA, Ana Maria de. A leitura como inclusão social: as camadas populares e os clássicos. Revista espaço acadêmico, v.3, n. 26, jul. 2003. ISSN 1519-6186 Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/026/26coliveira.htm

OLIVEIRA, Ana Maria de. A leitura como inclusão social: as camadas populares e os clássicos. Revista espaço acadêmico, v.3, n. 26, jul. 2003. ISSN 1519-6186 Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/026/26coliveira.htm

domingo, 5 de abril de 2009

Divertindo-se com a reforma ortográfica...


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(In)Certezas...


"A única coisa sólida na realidade é a percepção que tenho dela."